Hormônio do Amor Dr. Alberto Guimarães explica sobre a ocitocina no parto

Existe também a ocitocina sintética que é feita em laboratório e pode ser usada à critério para induzir ou conduzir o trabalho de parto. Ela pode ser usada em casos onde o trabalho de parto não inicia, ou não evolui, assim como na prevenção de hemorragia pós-parto.

Em 29/06/2019 11:27

Notícia por Agência de Notícias Qbo Mais

Hormônio do Amor  Dr. Alberto Guimarães explica sobre a ocitocina no parto

A ocitocina é um hormônio armazenado na hipófise anterior e também conhecido como o hormônio do amor por estar relacionado e ser liberado em situações de prazer. No trabalho de parto ele é ao responsável pelas contrações uterinas para o nascimento do bebê. Esse hormônio também é responsável pelos vínculos sociais e empatia, sendo muito importante pós-parto.

 Existe também a ocitocina sintética que é feita em laboratório e pode ser usada à critério para induzir ou conduzir o trabalho de parto. Ela pode ser usada em casos onde o trabalho de parto não inicia, ou não evolui, assim como na prevenção de hemorragia pós-parto.

 “A ocitocina tem um papel muito importante no trabalho de parto.  Ela é uma das razões para que ocorra a contração uterina e essa contração promoverá à dilatação do colo do útero facilitando a passagem do bebê pelo canal vaginal, ”explica o ginecologista e obstetra Dr. Alberto Guimarães, médico precursor do “Parto Sem Medo”. 

 Existem duas maneiras de estimular o hormônio da ocitocina no parto, naturalmente ou injetável, aplicado direto na veia da mãe. Para o estímulo e liberação da ocitocina é necessário que a mulher esteja em um ambiente seguro e tranquilo, ou seja, ela precisa se sentir amparada, relaxada e feliz. “ Orientamos que a mulher faça coisas que lhe dê prazer, que se concentre em pensamentos bons, e que de preferência permaneça em seu ambiente acolhedor com seu parceiro/família. E no momento que o bebê estiver pronto para nascer, a ocitocina será liberada e tudo acontecerá da de maneira natural, ” informa Guimarães.

 Do início do parto até a expulsão do bebê, é descrito como uma enxurrada de hormônios e dentro deles está a ocitocina. “Muitos pesquisadores entendem que esse momento é extremamente importante e necessário pois o recém-nascido também traz a ocitocina, que é fundamental para a relação entre a mãe e o bebê, ” finaliza o Obstetra.

 Alberto Guimarães

Formado pela Faculdade de Medicina de Teresópolis (RJ) e mestre pela Escola Paulista de Medicina (UNIFESP), o médico atualmente encabeça a difusão do “Parto Sem Medo”, novo modelo de assistência à parturiente que realça o parto natural como um evento de máxima feminilidade, onde a mulher e o bebê devem ser os protagonistas. Atuou no cargo de gerente médico para humanização do parto e nascimento do Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim, CEJAM, em maternidades municipais de São Paulo e na Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Site: https://www.partosemmedo.com.br/

 Fonte:EquipeContato Foto:Internet

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